O veto da sensação (desta madrugada)
Sentir - sempre a condenação
de quem espera, em todos
os traços de momento. Lodos
que empenam a chama de dragão...
Pois tudo é aquele excesso
em que me ingresso, esforço
de monotonia em que torço
as pernas ilusórias. Não meço
a distância do arremesso - a meio
fica, com o seu valor; do divino
já nada em calor. É o teu destino,
ardente motor, arrefeceres-te freio...